"Plante
milhões de pinheiros
São
árvores de Natal, mortas"
Uma
platéia de cegos
às
vozes de pantomimeiros
Nada
cresce onde não há vontade
sentimentos,
lugares, lares.
Onde
há somente a nulidade
tudo
se esvai, aos olhares.
Que
tristeza algo assim
Um
nada que alimenta
Um
poema sem fim

Nenhum comentário:
Postar um comentário